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Tarado da UFMT já estuprou gestante em 2021 e tentou violentar a mesma vítima em 2022

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 3 de set.
  • 2 min de leitura
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O criminoso Reyvan da Silva Carvalho, de 30 anos, que foi preso na última sexta-feira (29), após ser acusado de estuprar e assassinar Solange Aparecida Sobrinho dentro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, já esteve na cadeia por abusar de uma gestante de seis meses em 2021 e 2022.


De acordo com o boletim de ocorrência registrado em 2021, consta que a vítima voltava para casa quando foi abordada pelo criminoso, que pediu uma informação.


Ao se aproximar para ver o que ele queria, ela foi empurrada para uma área de mata, onde sofreu o estupro. Durante o ato, a mulher conseguiu se desvencilhar e pedir ajuda.


A Polícia Militar agiu rápido e conseguiu capturar Ryvan que foi autuado em flagrante. No ano seguinte, em 2022, a polícia foi acionada para atender a um suposto roubo em uma escola.


No entanto, ao chegar no local foram informados que se tratava de uma tentativa de estupro. Durante rondas, os policiais ouviram um cachorro latindo insistentemente nos fundos de uma residência. Ao entrar no local, encontraram Reyvan escondido embaixo de um carro e ensanguentado.


Logo em seguida chegou a mulher, afirmandou que o esfaqueou em legítima defesa pois o criminoso teria puxando seus cabelos, ameaçando estuprá-la e dizendo que iria matá-la.


Além disso, Ryvan disse que o ataque era para se vingar pois ele havia sido, anteriormente, por culpa dela.


Além desse crime, Reyvan já foi preso por outros crimes de estupro e feminicídio. Apesar da reincidência, não se sabe porque ele estava em liberdade.


Caso Solange


Solange Aparecida Sobrinho foi encontrada morta na manhã do dia 24 de julho, dentro de uma construção abandonada no campus, conhecida como antiga associação Master.


A vítima morreu por asfixia devido à esganadura. Além disso, foi constatado que ela havia sido estuprada, uma vez que o exame pericial indicou presença de sêmen nas cavidades vaginal e anal da vítima.


Conforme o delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP), responsável pelo caso, o criminoso "caçava" mulheres vulneráveis, buscava mais vítimas e tinha o campus como "reduto do crime".


"É um cara bastante perigoso. E há probabilidade muito grande de encontrarmos outras vítimas de estupro ou até morte depois dessa prisão [...] Ele tem diversos boletins de ocorrência de estupro, roubo, perturbação do sossego. Como é usuário de drogas, ataca mulheres. É um suspeito que pratica atos libidinosos e estupros na rua", disse.


FONTE:ESTADÃO MT

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