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Suspeitos de matarem empresária em Minas Gerais são presos em Goiás com pulseira da filha da vítima

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 14 de set.
  • 2 min de leitura
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A pulseira da filha da empresária morta dentro de casa em Minas Gerais foi encontrada com os suspeitos presos em ônibus, em Itumbiara, região sul de Goiás, segundo a Polícia Militar (veja o vídeo acima). Além da pulseira, foram apreendidos uma arma e outras provas que confirmam o crime. De acordo com as investigações, falsos entregadores teriam assassinado a empresária.


Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, portanto, o g1 não conseguiu contato com as defesas.


Os homens foram presos pela Polícia Militar de Goiás quando tentavam fugir para Tocantins em um ônibus interestadual nesta sexta-feira (13), segundo a polícia. A empresária Ingrid Emanuelle dos Santos foi encontrada morta dentro de casa na quarta-feira (10), com sinais de violência, mãos amarradas e um corte profundo no pescoço.


Uma operação entre as forças de segurança de Goiás, Minas Gerais, Pará e a Polícia Federal, localizou e prendeu os suspeitos. A PM-GO divulgou um vídeo do momento em que os presos saem de dentro do ônibus e as provas são apreendidas.


Fingiram ser entregadores


O crime aconteceu no dia 10 de setembro, de acordo com apuração do g1 Vales de Minas Gerais. Câmeras de segurança flagraram o momento em que dois homens chegam à casa de Ingrid Emanuelle, no bairro Parque Olímpico.


De acordo com a polícia, a ação durou cerca de 10 minutos e os suspeitos fugiram do local logo em seguida. Os suspeitos usavam capacete, um deles carregava uma mochila de entrega nas costas e eles até fecharam o portão da casa da vítima antes de ir embora.


Segundo a polícia, não há sinais de arrombamento na casa. A empresária foi encontrada morta por um familiar que chamou a polícia quando ela não apareceu para buscar a filha de três anos na escola.


Quem era a empresária


Ingrid Emanuelle Santos era uma pessoa amorosa, generosa e família, disse um parente que não quis ser identificado ao g1 Vales de Minas Gerais. A empresária divulgada os produtos da sua loja virtual de semijoias nas redes sociais.


“Ela só trabalhava, cuidava da família, da casa e da filha [de 3 anos], que era a prioridade dela. Era uma pessoa amorosa, generosa, família”, disse um parente, que prefere não ter o nome divulgado.


Segundo o familiar, Ingrid não tinha inimizades e ninguém vê explicação para um crime tão brutal como a morte da empresária dentro de sua própria casa


FONTE:G1 GO

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