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Faccionados ordenavam crimes da PCE, mas nenhum celular foi apreendido na cela

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 17 de set.
  • 2 min de leitura
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Os três líderes de facção que foram alvos da Operação Primatus já estavam presos na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, por crimes de tráfico. Vindos de Aripuanã (1.000 km de Cuiabá), eles continuavam controlando o tráfico de drogas, ordens de salve e as finanças da organização, mesmo presos. Entretanto, o delegado Rodrigo Azem, titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), afirmou que até o momento não foi encontrado nenhum celular na cela dos alvos, indicando outros meios de comunicação com o mundo externo.


“Continuavam [agindo de dentro do presídio] por meio de comunicação. Não foram apreendidos celulares até o momento não [...] Na verdade, é uma questão sensível de investigação para que a gente possa falar, mas eles fazem as comunicações que eles devem fazer entre eles, procuram os meios que eles precisam fazer para se comunicar no mundo externo, e isso chegou até nós através da análise dos dados”, explicou.


O delegado afirmou que foi à PCE para comunicar sobre o mandado de prisão contra os alvos, que já estão presos por crimes como tráfico, associação ao tráfico e homicídio.


“Esses alvos que já estão presos, eles possuem status ali de liderança, já estão presos há algum tempo aqui, mas mesmo assim vêm liderando, lá no município de Aripuanã. Todo controle do tráfico de drogas e controle financeiro passam nas mãos deles. Não somente a questão do tráfico, mas temos a questão de aplicação de salves, um envolvimento com crime de homicídio, que não faz parte dessa investigação”, contou.


A operação desarticulou um grupo formado por membros de uma facção criminosa, que comandava um esquema de tráfico de drogas. Os agentes investigaram o grupo há cerca de 2 meses.


Foram cumpridos 26 mandados de prisão preventiva, 26 de busca e apreensão, quatro bloqueios de valores, quatro sequestros de veículos e duas suspensões de atividades econômicas de empresas. Quase todas as ordens judiciais estão sendo cumpridas em Aripuanã, apenas três mandados de prisão, que são em penitenciárias, são cumpridos em Cuiabá.


A ação foi realizada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e Delegacia de Aripuanã.


FONTE:ESTADÃO MT

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