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CORPO DE PROFESSOR DE DANÇA É IDENTIFICADO APÓS 40 DIAS DESAPARECIDO EM ANÁPOLIS

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 3 de set.
  • 2 min de leitura
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Cerca de 40 dias depois de desaparecer, o professor de dança Daniel Santos, de 36 anos, conhecido como “Fuscão”, foi identificado como a vítima encontrada morta e carbonizada após ser transportada em um carrinho de supermercado até um terreno baldio no Centro de Anápolis. O corpo, localizado em 24 de julho, na Rua Amazílio Lino, estava de joelhos, curvado para frente e com as mãos amarradas para trás.


Segundo a Polícia Civil, Daniel foi rendido, amarrado e esfaqueado por um homem conhecido como “Pistão”. Outro suspeito, apelidado de “Paulista”, colocou a vítima em um carrinho de supermercado e levou até um lote baldio, onde incendiou o corpo e o abandonou no local. Um dos envolvidos deixou a entender que o assassinato teria sido executado após um “julgamento” em tribunal do crime, prática comum em facções criminosas para punir supostos desafetos ou rivais. A versão, porém, ainda não foi confirmada pelos investigadores.


Daniel era morador do Setor Miragem. Ele saiu de casa no dia 22 de julho e não voltou mais. Segundo familiares, “Fuscão” enfrentava um quadro de depressão e dedicava-se a cuidar dos pais idosos. Apesar de às vezes passar alguns dias fora, ele sempre mantinha contato com a família. O desaparecimento prolongado despertou preocupação, principalmente após a circulação, nas redes sociais, de imagens que mostravam um corpo sendo transportado em um carrinho de supermercado.


Prisões e confissões


Três homens foram presos horas após a descoberta do corpo. Um dos detidos confessou participação na ocultação do cadáver e afirmou que a execução ocorreu dois dias antes da localização do corpo. O carrinho usado no transporte foi apreendido e apresentado à Polícia Civil.


Apesar das prisões em flagrante, os acusados foram soltos durante audiência de custódia. A investigação continua, com análise de imagens de câmeras de segurança e oitivas de testemunhas.


O alto nível de carbonização dificultou a identificação da vítima, confirmada apenas após exame de DNA realizado com a arcada dentária. A Polícia Civil apura a participação de outros envolvidos e busca esclarecer as circunstâncias do crime.


FONTE:MAIS GOIÁS

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