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Clínicas de estética interditadas em Cuiabá por irregularidades graves

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 5 de set.
  • 2 min de leitura
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Uma operação da Polícia Civil, por meio da Delegacia do Consumidor (Decon), em parceria com a Vigilância Sanitária Municipal, interditou duas clínicas de estética em Cuiabá nesta semana. As ações, realizadas entre quarta (3) e quinta-feira (5), constataram o uso de medicamentos proibidos pela Anvisa, armazenagem inadequada de substâncias vencidas e consultórios improvisados, em evidente risco à saúde pública.


De acordo com os investigadores, uma das clínicas utilizava o produto Toskani Silicor (TNK Silicor), cuja venda e aplicação são vedadas no Brasil. Também foram encontrados medicamentos sem registro de data de abertura, insumos vencidos e perfurocortantes descartados de forma irregular, revelando grave descumprimento das normas sanitárias.


A proprietária de um dos estabelecimentos interditados é influenciadora digital com mais de sete mil seguidores, onde promovia harmonização facial e corporal. Nas redes sociais, exibia imagens de supostos resultados de aumento de seios e glúteos obtidos com substâncias injetáveis, prática considerada de alto risco.


Na sequência, a fiscalização alcançou uma empresa de atendimento móvel de urgência, situada no bairro Quilombo. O serviço operava sem licença, sem responsável técnico e com ambulâncias em situação irregular, o que levou à sua imediata interdição.


As clínicas e a empresa de urgência receberam multas, e os responsáveis responderão a inquéritos instaurados pela Decon. As apurações buscam identificar todos os envolvidos e avaliar o enquadramento criminal, especialmente por colocar em risco a integridade física e a vida dos pacientes.


Para o delegado Rogério Ferreira, a operação demonstra a necessidade de fiscalização permanente no setor de estética. “Constatamos que pacientes eram expostos a procedimentos inseguros, em condições clandestinas, com promessas enganosas. A saúde pública deve ser protegida de práticas que priorizam o lucro em detrimento da vida”, concluiu.


FONTE:MT NOTÍCIA

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