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Após aumento, gasolina e etanol atingem o maior valor em Cuiabá desde o governo Bolsonaro

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 16 de set.
  • 2 min de leitura
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Com o litro da gasolina sendo revendido a R$ 6,39 em Cuiabá, o preço do combustível atingiu o maior valor no Governo Lula (PT), até o momento. A última vez que a gasolina registrou o valor por litro tão alto foi em junho de 2022, quando a gasolina era revendida a R$ 6,73 o litro. Os dados são do levantamento semanal de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgados no último sábado, 13 de setembro.


Segundo a ANP, o menor preço de revenda da gasolina encontrado na capital foi de R$ 6,37. Os preços subiram sem aviso em diversos municípios de Mato Grosso. Na última semana, houve reajustes de R$ 0,10 no litro da gasolina e do etanol. Com isso, tanto a gasolina quanto o etanol alcançaram o maior preço dos últimos 3 anos.


Em junho de 2022, houve o maior aumento dos últimos tempos. O valor foi influenciado pelo aumento do dólar e a intensificação da guerra entre a Ucrânia e a Rússia. O então presidente Jair Bolsonaro, de olho no ano eleitoral, tentou barrar o repasse dos valores aos consumidores pela Petrobras, mas as medidas não duraram. Com isso, o preço da gasolina chegou a custar até R$ 8,99 por litro em vários postos do Brasil.


SEGUNDO MAIS CARO DO CENTRO-OESTE


Mato Grosso tem a segunda gasolina mais cara do Centro-Oeste, chegando a custar R$ 6,71 em Sinop. Esse valor perde apenas para Mato Groso do Sul, onde o preço máximo da revenda está em R$ 6,89 o litro.


A máxima do produto em Mato Grosso é puxada pelo valor do preço máximo revendido em Sinop, de R$ 6,71. Também mais caro que o valor registrado em Cuiabá está Rondonópolis, onde a gasolina chega a custar R$ 6,49 o litro. Por outro lado, Cáceres é a cidade onde o litro da gasolina sai mais barato, segundo a ANP. Por lá, o combustível estava custando R$ 6,29 na última semana.


FISCALIZAÇÃO

Após denúncias, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também já anunciou que vai priorizar a fiscalização do mercado de combustíveis para evitar práticas anticompetitivas e promover a livre concorrência no setor.


Além do Cade, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) Municipal de Cuiabá, devido aos aumentos repentinos e sem aviso de repasses da Petrobras, vai investigar o aumento de R$ 0,20 que ocorreu nas últimas semanas.


FONTE:ESTADÃO MT

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