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Vizinha leva colchão de Rildo Soares para casa e polícia encontra celular de vítima escondido nele

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 26 de set.
  • 2 min de leitura
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Rildo Soares, suposto serial killer que confessou três feminicídios em Rio Verde, voltou à própria residência logo após a reconstituição da morte de Monara Pires Gouveia, na quarta-feira (24), para indicar onde teria enterrado dois celulares. Ao Mais Goiás, o delegado Adelson Candeo, titular do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), explicou que apenas um aparelho foi encontrado dentro de um colchão levado por uma vizinha para casa após a desocupação do imóvel.


Ainda segundo o delegado, em depoimento prestado na Casa de Prisão Provisória (CPP), onde está preso desde o dia 12, Rildo afirmou que havia escondido dois dispositivos móveis enterrados em seu quintal. Um deles seria de Elisângela Silva de Souza, 26 anos, que desapareceu no dia 11, após ser abordada pelo suspeito por volta das 4h da manhã, quando seguia para o trabalho. O segundo, ele disse não lembrar a quem pertencia, mas a polícia suspeita que possa ser de Ingrid Ferreira Barbosa Romagnoli, 38 anos, que ainda está desaparecida.


No entanto, ao retornar ao local, Rildo desconversou. “Quando chegamos à casa dele, ele disse: ‘Não, é o mesmo. Todo mundo entendeu errado, só eu que falei certo. Um, o que estava enterrado, ele estava enterrado primeiro, depois eu coloquei no colchão.’ Mas não foi isso que ele relatou no dia”, afirmou Candeo.


Ao entrar no imóvel, o local estava vazio e já havia sido desocupado pelo colega que alugava a casa com Rildo. Os pertences do suspeito tinham sido descartados para recolhimento pelo serviço de limpeza pública, mas uma vizinha resolveu levar o colchão para casa. “Esse celular foi encontrado dentro desse colchão. Com a autorização dela, entramos na residência e localizamos o aparelho”, explicou o delegado.


O celular encontrado pertence a Elisângela e foi entregue para perícia, onde será analisado e comparado com a versão apresentada pelo suspeito. Quanto ao outro aparelho que supostamente estaria enterrado, Rildo disse que não havia dois, revelando apenas um que estava dentro do colchão. “O celular enterrado não apareceu. Quer dizer, pelo menos quando chegamos lá, ele não quis mostrar”, disse Candeo.


A Polícia Civil segue coletando provas na residência do suspeito e em outros locais relacionados aos crimes, na tentativa de esclarecer a extensão de suas ações e identificar possíveis novas vítimas.


FONTE:MAIS GOIÁS

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