Reconstituição revela abuso sexual antes de Monara ser queimada viva por Rildo Soares
- MAGAL LOPES
- 26 de set.
- 2 min de leitura

Suposto serial killer, Rildo Soares confessou à polícia que abusou sexualmente de Monara Pires Gouveia, 31 anos, antes de matá-la, durante a reconstituição do crime na quarta-feira (24), no local onde o corpo da jovem foi encontrado parcialmente queimado em julho deste ano em Rio Verde. Segundo o delegado Adelson Candeo, titular do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH), isso ajudou a esclarecer a dinâmica do crime e a localização dos objetos encontrados na cena.
Rildo explicou à polícia, durante a oitiva com Candeo na última terça-feira, após confessar três feminicídios, que deu a primeira pancada na cabeça de Monara depois de violentá-la, enquanto ela tentava fugir para o fundo do lote. Segundo os investigadores, a sequência dos fatos ajuda a entender por que roupas e objetos foram encontrados separados do corpo. O suspeito disse ainda que planejou a vingança após a vítima furtar R$ 600 de sua casa, um mês antes, durante uma limpeza.
Cena do crime
Local onde o corpo de Monara foi encontrado
Violência extrema e crueldade
Em vídeo divulgado pela GIH, o suspeito afirmou como matou a mulher: “Dei duas cacetadas nela. Ela caiu lá e eu coloquei fogo na cama box e aí saí correndo do local.” O corpo de Monara foi encontrado parcialmente carbonizado, principalmente no rosto. Exames necroscópicos indicaram que a vítima estava viva quando foi incendiada.
Para o delegado, esses novos elementos também reforçam a investigação de outros crimes cometidos por Rildo Soares. Além dos feminicídios de Monara e Elisângela, ele confessou ter matado Alexânia Hermógenes Carneiro, 40 anos, e segue sendo investigado pelos desaparecimentos de Ingrid Ferreira Barbosa Romagnoli, 38, e Neilma de Souza Carvalho, 43, em Rio Verde. Rildo também é alvo de apuração por um estupro ocorrido em setembro de 2024 em seu estado de origem, pelo qual foi intimado essa semana, além de outros crimes que estão sendo investigados pela polícia em Goiás e na Bahia.
A Polícia Civil segue coletando provas na residência do suspeito e em outros locais relacionados aos crimes, na tentativa de esclarecer a extensão de suas ações e identificar possíveis novas vítimas.
FONTE:MAIS GOIÁS
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