
A mãe do pequeno Luan Henrique, que foi encontrado morto em um tanque de peixes, pede respostas sobre a causa da morte do filho, de 2 anos. Ao g1, a mulher disse que vive uma angústia constante.
“Quero saber o que realmente aconteceu, se foi acidental, ou provocada [a morte]”, falou a mãe.
O menino morreu no dia 16 de fevereiro deste ano em Uruana, na região central de Goiás. Nesta segunda-feira (11), o delegado Douglas Costa informou que todas testemunhas foram ouvidas e a Polícia Civil aguarda o laudo da Polícia Científica para prosseguir a investigação.
O g1 pediu informações à Polícia Científica, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Inicialmente, foi divulgado pela polícia que o menino tinha sinais de enforcamento. No entanto, o delegado aguarda os laudos da perícia para confirmar a causa da morte.
DESEJO DE JUSTIÇA
Em fevereiro deste ano, a jovem Marcela contou que há dois meses tinha se mudado para a Bélgica em busca de oportunidades de trabalho. O plano era, o mais breve possível, buscar o filho para que pudessem morar juntos no país.
"Eu estava arrumando os documentos para ele poder ir. Ele era muito grudado em mim e em minha mãe. Ele era um menino muito meigo, um amorzinho de pessoa", detalhou a mãe.
No momento em que recebeu a notícia da perda do filho, a jovem separava a documentação do menino para marcar de ir à embaixada brasileira na Bélgica. Após saber da morte do pequeno Luan, ela comprou a passagem de volta no mesmo dia e chegou ao Brasil no dia 17 de fevereiro.
"Estava tudo planejado para eu vir buscar meu filho, não eu vir dessa forma, do jeito que aconteceu. Minha mãe me ligou e disse o que aconteceu, que ele tinha caído na represa. Foi um desespero total, muito grande", completou Marcela.
TANQUE DE PEIXES
O pequeno Luan Luan Henrique Alves de Lima estava com a família e alguns conhecidos no dia em que foi encontrado morto em um tanque de peixes. Na época, o delegado Marcos Adorno, que investigava o caso, contou que acreditava que o menino tenha sido enforcado e só depois jogado no lago, para simular um afogamento.
Fonte: G1
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