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Família ajudou para manter liberdade de cúmplice no assassinato de personal

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 1 de out.
  • 2 min de leitura
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Vitor Hugo Oliveira Silva, de 21 anos, que foi preso na tarde desta terça-feira, 30 de setembro, após ser apontado como o piloto da motocicleta usada no assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, contou com o apoio da família para fugir após o crime.


Ele foi interceptado por equipes das Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal dentro de um carro de aplicativo quando fugia para a cidade de Cáceres (225 km de Cuiabá).


O rapaz é comparsa do soldado da Polícia Militar Raylton Mourão, que foi preso na semana passada. Na ocasião, o militar confessou ser o autor dos disparos que tiraram a vida da vítima. Rozeli foi morta com seis tiros no dia 11 de setembro, quando saía de casa para trabalhar no bairro Canelas, em Várzea Grande.


Logo após ser preso, ele confessou que foi chamado pelo PM para uma "missão", mas que somente na hora viu que se tratava de apoio ao assassinato. Após o crime, o rapaz recebeu a quantia de R$ 500 de Raylton.


Em entrevista, o tenente Goes da PM, que participou da ação de busca, contou que Vitor tem familiares na cidade de Cáceres, município para onde ele estava fugindo.


"Queriam que ele ficasse em liberdade até conseguir justificar ou não o que aconteceu. Ele tem familiares na cidade de Cáceres, mas não se sabe se ele permaneceria lá ou se iria pra Bolívia para dificultar mais ainda sua prisão. Mas agora ele vai responder pelos seus crimes junto com os demais envolvidos".


A informação ainda é que teria sido a mãe dele que chamou o motorista de aplicativo para leva-lo até a cidade. Apesar do auxílio, os familiares não devem responder por nenhum crime.


FONTE:ESTADÃO MT

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