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Delegado diz que PM premeditou matar personal: “Ninguém sai às 3h da manhã e fica rondando a casa da vítima

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 24 de set.
  • 2 min de leitura
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O delegado Bruno Abreu, responsável pela investigação do assassinato da personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes, acredita que o crime foi premeditado. Rozeli foi assassinada a tiros pelo policial militar Raylton Duarte Mourão, no bairro Canelas, em Várzea Grande.


“Ninguém sai de casa às 3h da manhã e fica rondando a casa da vítima, sem saber onde ela mora. Então, pra mim é um crime premeditado. Ele buscou seu comparsa, praticou o crime, deixou ele a pé para dificultar a investigação”, afirmou.


Conforme as investigações, Rozeli estava saindo de casa para ir trabalhar quando foi surpreendida por uma moto com dois homens, que se aproximou do veículo da vítima. Raylton, que estava na garupa, atirou diversas vezes contra Rozeli, que morreu no local.


Após cometer o crime, o PM fugiu e ficou 10 dias foragido. Ele se entregou no 1º Batalhão da Polícia Militar, onde é lotado, no domingo (21). Nessa segunda-feira (22) ele teve a prisão mantida pela justiça.


Em depoimento na DHPP, o PM confessou que a motivação para o crime foi um processo judicial em que Rozeli cobrava R$ 24 mil dele e de sua esposa, Aline Valandro Kounz, referentes a danos materiais e morais. A ação movida é referente a um acidente de trânsito ocorrido em março deste ano envolvendo um caminhão-pipa da empresa Reizinho Água Potável, de propriedade deles, o carro da vítima e uma motocicleta. A personal trainer pedia R$ 9,6 mil por danos materiais e R$ 15 mil por danos morais.


Ainda segundo o delegado, o PM ligou para a esposa e pediu para ela fugisse. Aline se entregou na DHPP de Cuiabá na manhã desta terça-feira (23). Ela chegou na companhia de dois advogados e passou por oitiva no local. Entretanto, o delegado afirmou ainda nesta terça-feira que vai pedir à Justiça a liberdade dela, já que não há indícios que apontem a participação de Aline no crime. A Justiça acolheu o pedido e a colocou em liberdade.


FONTE:REDAÇÃO MT

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