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Delegada explica o que falta para concluir investigação sobre morte de João Victor em Anápolis

  • Foto do escritor: MAGAL LOPES
    MAGAL LOPES
  • 30 de set.
  • 1 min de leitura
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Se na última semana não era possível indicar qual é a empresa proprietária do fio energizado que matou João Victor Gontijo Oliveira, nesta terça-feira (30), a titular Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) afirmou que a investigação caminha para um desfecho.


Em entrevista à Rádio São Francisco FM, a delegada Aline Lopes afirmou que uma segunda perícia para identificar a informação está sendo bem-sucedida.


“Analisamos junto com a Polícia Técnico-Científica, os outros postes da praça, os postes adjacentes àquele de onde partiu o fio, e vamos cruzar as informações advindas dessa segunda perícia”, disse à rádio.


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A delegada complementou que solicitou dados tanto da Equatorial quanto da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatec) para fazer as apurações . “Estamos aguardando”, citou.


Aline Lopes também reforçou que a responsabilidade de fiscalizar os postes é da Equatorial, visto que a concessionária aluga os equipamentos às empresas de internet.


“A Equatorial tem que ter o registro das empresas que estavam passando os seus fios ali, e tem a obrigação de fiscalizar se esses fios estão no local adequado ou não”, argumentou.


Por fim, a delegada pontuou que o fio de fato era clandestino, devido à falta de identificação que apontasse à que estabelecimento ele pertencia.


FONTE:PORTAL 6

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